Área desprotegida
Captação subdimensionada deixa trechos da cobertura fora do volume de proteção — e a descarga encontra o caminho errado.

Não existe SPDA padrão. O sistema que protege a sua edificação depende do risco dela — e isso se calcula.
O projeto de SPDA define como a sua edificação será protegida contra descargas atmosféricas — e a primeira decisão dele não é técnica de execução, é de risco. Altura, área, ocupação, localização e o que existe dentro do prédio determinam o nível de proteção necessário. Uma edificação com material inflamável exige mais do que um galpão de armazenagem seca de mesmo porte. É por isso que copiar o SPDA de um prédio vizinho é um erro comum e caro.
A partir desse nível definido, o projeto dimensiona os três subsistemas que trabalham juntos: captação, descida e aterramento. Cada um recebe especificação de material, disposição e detalhes construtivos, entregues em pranchas que o montador consegue executar sem interpretar. Sem esse projeto, a instalação corre dois riscos opostos e igualmente reais — ficar subdimensionada, deixando áreas fisicamente desprotegidas, ou superdimensionada, encarecendo a obra sem ganho de proteção.

Do risco calculado ao detalhe que o montador executa em campo.
| Entregável | O que define |
|---|---|
| Análise de risco da edificação | Determina o nível de proteção necessário, considerando porte, ocupação e localização. |
| Dimensionamento da captação | Tipo, quantidade e disposição dos captores, garantindo cobertura de toda a área a proteger. |
| Dimensionamento das descidas | Quantidade, espaçamento e trajeto dos condutores de descida até o aterramento. |
| Projeto do aterramento | Malha e eletrodos dimensionados para escoar a corrente da descarga com segurança. |
| Equipotencialização | Ligações que evitam diferença de potencial perigosa entre partes metálicas da edificação. |
| Pranchas e especificação de materiais | Detalhamento construtivo e lista de materiais, prontos para cotação e montagem. |
Pranchas reais assinadas pela engenharia 4WaTT. O mesmo nível de detalhamento construtivo que você recebe no projeto de SPDA.
Dimensionamento
Quadro de cargas e unifilar
Levantamento de carga por circuito, fator de utilização e dimensionamento de condutor e disjuntor.
Projeto elétrico
Subestação blindada 2 MVA
Arranjo físico, memorial de cálculo de demanda e geração, detalhes de aterramento e estrutura.
Proteção
Diagrama de proteção
Conexão do relé de proteção, planta de localização e notas técnicas exigidas pela concessionária.
Geração
Usina solar 1 MW
Implantação sobre topografia, método de conexão dos módulos, subestação, transformador e drenagem.
Simulação
Modelagem de irradiância
Simulação computacional de geração por segmento, com mapa de perdas por sombreamento.
Cogeração
Motogerador 250 kW a biogás
Unifilar, entrada de energia e subestação abrigada com transformador de média tensão.
A análise de risco que fundamenta o dimensionamento, e não um padrão copiado de outra edificação.
Captação, descida e aterramento detalhados, prontos para execução sem interpretação.
Especificação técnica que permite cotar com fornecedores diferentes pelo mesmo critério.
O dimensionamento segue a norma brasileira de proteção contra descargas atmosféricas.
Norma brasileira de proteção contra descargas atmosféricas — base da análise de risco e do dimensionamento.
Instalações de baixa tensão — referência na interface entre SPDA e instalação elétrica interna.
A execução e a manutenção do sistema precisam observar os requisitos de segurança da norma.
A necessidade e o nível de proteção dependem de uma análise de risco da estrutura — altura, área, ocupação e localização entram nessa avaliação. Nem toda edificação exige, e o projeto começa justamente respondendo isso.
Não — são serviços distintos. A montagem física é executada a partir do projeto aprovado, e a 4WaTT também a realiza, se você preferir contratar o ciclo completo.
Não. Mesmo edificações parecidas podem exigir níveis de proteção diferentes, dependendo de ocupação e do que existe dentro. Copiar projeto é uma das causas mais comuns de reprovação em laudo.
Sim. O sistema deve ser inspecionado periodicamente — é o que o laudo de SPDA verifica, confirmando que ele continua funcionando como projetado.
Dá, e é comum. O que muda é que algumas soluções construtivas deixam de estar disponíveis, e o projeto trabalha com o que a estrutura existente permite.
É desenvolvido com essa finalidade entre outras. A aprovação formal depende do processo local, e o projeto é elaborado para atendê-lo.
Fale com um especialista e receba o próximo passo técnico em até 1 dia útil.